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MUSICPORTUGAL

Um novo conceito de Música / A new concept of Music

"Joga Gostoso"... paródia de apoio à seleção nacional para o Mundial 2018

O youtuber português D4rkFrame criou uma música de apoio à selecção nacional para o Fifa World Cup 2018: «Esta é a nossa MÚSICA / PARÓDIA de apoio à seleção nacional portuguesa de futebol para o MUNDIAL 2018! Espero que gostem e vamos todos torcer por Portugal.»

 

A paródia tem como "inspiração" a música "Faz Gostoso" da Blaya. Chama-se "Joga Gostoso", e podes ouvi-la aqui:

 

 

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Festival Matosinhos em Jazz em Julho - Mário Laginha, Cristina Branco, Oficina Arara, AKACorleone entre os artistas que compõem cartaz integral

Festival Matosinhos em Jazz, que decorre todos os sábados e domingos de julho a partir das 18h, recebe Mário Laginha Trio, o grupo LokomotivCristina Branco e os artistas Oficina Arara e AKACorelone. Estes são alguns dos nomes que compõem o cartaz do festival que acontece no Coretojunto à Câmara Municipal.

 

O jazz e as suas margens mais extensas constituem parte primordial deste festival que decorre em Julho. Projectos como a revisitação aos clássicos do jazz cantado por Elas e o Jazz, o conjunto de músicos Coreto Porta Jazz, a dupla Songbird (João Hasselberg e Luis Figueiredo), bem como o grupo que mistura integrantes do Canadá e Congo (Jazzamboka) constituem o leque de artistas que sobe ao Coreto, sempre às 18h.

 


No Matosinhos em Jazz a música funde-se com artes visuais e o desafio para apresentação de obras inéditas de 4 artistas nacionais, tendo por base 4 capas de discos icónicos do jazz. Oficina Arara, AKACorleoneNash Does Work e a dupla Francisco Queimadela e Mariana Caló formam o quarteto que trabalham peças exclusivas que ficam expostas durante o mês de Julho, junto ao Coreto onde decorrem os espectáculos.

 

Também a palavra ganha preponderância, e para a tarde do dia 7 de Julho (17h) está marcado uma conferência/debate sob o desígnio de “O Jazz Agora” e nele participam figuras como o mentor da Orquestra Jazz de MatosinhosPedro Guedes, o programador do icónico Maus Hábitos (Luis Salgado), a importância da rádio com Joaquim Mota (Radio Nova)Luis Figueiredo (músico e produtor), e moderação de Helena Teixeira da Silva (jornalista do JN).

 

Festival Matosinhos em Jazz em Julho.png

Plutonio - 3AM (Prod. Ratopera)

Nem com o pé partido eu chego em casa antes das 3 da madrugada

Bofias 'tão confusos solteiro ou casado eu tenho 3 moradas

Eu tive 3 amantes mas ainda tou com a mesma namorada

Negócio eu faço longe do cúbico porque a zona tá espigada

6 anos à cabeça aos 19 eu perei a advogada

E no dia do julgamento ela disse puto não se passa nada

Nem beijei a tua Dama ainda lhe dei chuva dourada

Rap tuga tá a evoluir mas não se passa nada

Gira o disco e toca o memo tema

5 estrelas no meu emblema

Troquei microfone por algemas

Tou na rua com os mesmos problemas

Como a clara e tu ficas com a gema

Mais ação que filmes de cinema

Do 27 até ao Altice Arena

Gira o disco e toca o mesmo tema

Passei um mau bocado na infância

Agora não se passa nada

Eu e ela tamos envolvidos

Mas não se passa nada

E quando a gente passa dizem

O que é que se passa?

E não se passa nada

O meu som passa na rádio

Carripana passa e não se passa nada

Se o dinheiro e sujo

Ninguém quer saber

Venho de uma selva

Onde a lei é matar ou morrer

Violetas ou roxas

Eu não quero saber

Get your money

My Nigga Nigga

Get your money

Rusga no cubico mas tranquilo nigga

Não se passa nada

Passei a madrugada na esquadra mas

Não se passa nada

Levei uns quantos tiros mas tou vivo porque

Não se passa nada

Dez quilos no cubico meia hora nigga

Sem caviar no prato

Com lama nos sapatos

Cresci na lei da selva

Mas não sou bicho do mato

Vim do anonimato

Não sou de ir em boatos

Filho dos meus irmão

O meu pai só deixou retrato

O meu silêncio e caro

Porque falar e barato

O tempo nunca para

e eu paro pouco no meu quarto

Tou sempre ao pé das nove

Tipo dez menos um quarto

Quando eu fuder a tuga

O rap vai nascer Mulato

My Nigga eu sou da Cruz

E não é pelo crucifixo

Antes do 96

Eu tinha escutas no meu fixo

Tem muita cara nova nesse game

Que eu nem fixo

Quando falares de rap

Põe Plutonio no prefixo

Agora somos muitos

Eram poucos no início

Antes do final da história

Muitos trocaram princípios

Mudei a minha história

Pra meu próprio benefício

Sangue lágrimas suor

Sê bem-vindo ao "Sacrifício"

Não fiques assustado porque isto e só entrada

Almoço ajantarado com lagosta pra entrada

Nunca fui de sair muito tinha uns beefs à entrada

Mas a pala da fama agora eu trago uns 20 Niggaz à entrada

Se o dinheiro é sujo

Ninguém quer saber

Venho de uma selva

Onde a lei é matar ou morrer

Violetas ou roxas

Eu não quero saber

Get your money

My Nigga Nigga

Get your money

Passei um mau bocado na infância

Agora não se passa nada

 

 

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Dillaz - 1100 Cegonhas (Prod. Here's Johnny)

Mangas olham de lado

Porque eu fiz um portfólio sem ter óleo na lambreta

Aquilo que eu escrevia era piada

E se acabava a papelada

A escrivaninha estava escrita com a caneta

Eu tenho uma vizinha avariada

Passa a vida na noitada

Não se lembra se agarrou na branca ou preta

Estou a mandar o props

P'ro meu bruno o mais fininho

Que é tão fino que desaparecia se pisasse uma sarjeta

Vais dizer que é patrocínio que eu não compro, só me dão

Mas ando a ver uns ténis novos p'ra comprar e tu

'Tas agarrado ao tacho e 'tas abaixo do escalão

E a ver que tem um pénis essa tal de Marilu

'Tás burro e não te interas

'Tás à espera p'ra fumá-la

Tu és próximo a enrolá-la e a passá-la p'ro monsieur

Aponta bem no teu caderno

Nunca vai virar um rei da selva

Aquele que apanha gonorreia com gnus

Voz alta é fadista se olhares

Lá p'ra trás tu "vais-te" lembrar da altura

Em que falavas do fulano

Tu "vais-me" ver na revista

De chinelo e calção e uma tshirtzita comprada ao zezito cigano

Anda papar do meu prato

Quando é peixe barrigudo

Sei que cantas de galo mas há quem te encurte a rédea

Sou meio despassarado se me vires nas altitudes

Estou a esquecer a altura em que o trajeto era tragédia

 

Gente pendurada mesmo presos por um fio

Pegam lume ao cordel

Mil e cem cegonhas sem vergonha a perguntar

Se o que eu fumo é bom mel

 

2x

 

Já não tinhas dedos p'ra contar

As rugas das caras que eu vi

Cheguei a guardar a força na gaveta

Mas nunca a perdi

Tu vês o olhar de quem quer sempre alcança

Quando olhas p'ra mim

Sinto que tens raiva

Sinto que tens

 

Tudo com o seu tempo vai

E tudo com o seu tempo cai

E tudo com o seu tempo vem

O meu bairro é fundamental

Nem tudo o que é mau vem por mal

Nem tudo o que é bom vem por bem

Se tu queres ver a dobrar, então entra no palacete

Limpa o pé no meu tapete e sê bem vindo à Jamaica

Sem carraça na orelha tu olha bem p'ro cachorro

Se eu vivesse na lua tinha likes da Laika

Boy acredites ou não

Eu tenho a vista cegada mas não duvides

Sei o brother que o meu bolso contém

Tu vês foguetes na serra

Se eu tenho a quinta cercada por indevidos

Lava a boca quando falas de alguém

E quem te leva p'ra má vida vai por caminho apertado

Sai de cana com fiança e tu ficas no caniçal

Em todo o bairro a regra número 1 é a palavra confiança

Mas ninguém pendura os ténis no estendal

 

 

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