“Strangers” é uma canção de verão fresca e positiva. É uma musica com efeito de shot de adrenalina que nos empurra em festa para a pista de dança.
O novo single dos The Acoustic Foundation (TAF) é retirado do disco “Big Sculpture” e teve o toque de condão do conhecidoengenheiro de som inglês Mo Hausler, que trabalhou com nomes como Björk, One Direction, Everything Everything, Bat for Lashes, Ed Motta, Pete Dorothy, Mika, Lily Allen, Procol Harum ou Pet Shop Boys e é um dos indispensáveis colaboradores de estúdio de autênticas lendas vivas da soul e do funk como Chaka Khan, Incognito ou The Brand New Heavies.
Os TAF são uma das grandes referências da soul e do funk português. São mais do que uma banda, são um coletivo de músicos e bailarinos que têm por missão fazer dançar. Apelidados pelos seus pares de “Máquina do Funk n´Roll”, os seus concertos são uma experiência sonora, onde o groove sedutor nos vicia no movimento.
TAF é tão retro quanto moderno. É música colorida que explode numa mescla de Funk com alma Soul e atitude Rock.
Always when we fight I try to make you laugh Til everything's forgotten I know you hate that
ba ba da da ba ba ba ba (2x)
Always when we fight I kiss you once or twice And everything's forgotten I know you hate that
I love you Sunday sun The week's not yet begun And everything is quiet And it's always...
You and me always, and forever You and me always, and forever ba ba ba ba da ba, it was always You and me always..
You tell me I'm a real man I try to look impressed Not very convincing But you know I love it
Now we watch TV Til we fall asleep Not very exciting But it's you and...
Me and we'll always be together You and me always, and forever ba ba ba ba da ba, it was always... You and me always, and forever You and me always, and forever ba ba ba ba da ba, it was always... You and me always, and forever You and me always, and forever ba ba ba ba da ba ba....
Ficaram disponíveis em todas as plataformas digitais duas canções de Sónia Santos: “Mãos Cheias De Nada” e “Beijo Sem Nome”. O lançamento marca a estreia da fadista depois de ter vencido a 3ª edição do concurso “O Meu Fado” da Rádio SIM.
Com produção de Pedro de Castro, ambos os temas são representativos da versatilidade da artista. Por um lado, “Mãos Cheias De Nada”, música com que venceu o concurso, demonstra o seu domínio do fado tradicional. Com letra original de José Luís Gordo, é uma interpretação do Fado Isabel que já conquistara o Júri e pode finalmente ser apreciada por todos. Já “Beijo Sem Nome”, com letra de Mário Raínho e música de Pedro de Castro, mostra-a num registo mais contido, acompanhada apenas pelo piano e pela guitarra portuguesa.
O percurso de Sónia Santos no fado não é recente. Começou a cantar ainda em criança, em casas de fado em Elvas. Quando se mudou para Lisboa, em 2007, passou a ser presença assídua nas casas da capital, onde tem vindo a conquistar admiradores. Em 2016, foi concorrente do programa The Voice Portugal, tendo impressionado todos os mentores com a sua versão de “Noite Cerrada”; e em Abril deste ano, foi a vencedora da 5ª edição da Grande Noite Do Fado.
Agora, com o lançamento destes dois temas, Sónia Santos prepara-se para conquistar um público mais abrangente e continuar a afirmar-se no meio fadista. Até lá, “Mãos Cheias De Nada” e “Beijo Sem Nome” podem ser ouvidas aqui.
No passado mês de abril, Márcia aceitou o desafio proposto por duas estações de rádio nacionais, a Antena 1 e a Rádio Renascença, para celebrar os 45 anos do 25 de abril com as suas próprias versões de dois temas de José Afonso.
“A Presença das Formigas” e “A Morte Saiu à Rua” foram as duas músicas escolhidas por Márcia e alvo de novas versões, estreadas em diferentes momentos.
A primeira, na noite de 24 de Abril, a convite da Rádio Renascença, numa cerimónia na residência oficial do Primeiro Ministro, António Costa, e a segunda versão directamente na emissão da Rádio Antena 1.
“Zeca Afonso foi o primeiro autor que ouvi, e o primeiro que cantei. Era importante na minha casa e na minha Infância, sobretudo para o meu pai, homem de sangue alentejano, dado à poesia e à pintura, ao convívio e à prática da liberdade. Em alguns encontros de amigos, rodava um livro aberto com os poemas, cantavam-se as canções do Zeca em uníssono.” (Márcia)
Fernando Daniel é o 6.º convidado do programa "Sem Palheta" da rádio das grandes músicas! "Deixei Tudo Por Ela" é a música do Zé Cabra que Fernando Daniel adaptou para o "Sem Palheta" da RFM.
Uma versão incrível que não podes perder...
Não percas o "Sem Palheta", sempre à terça feira no Café da Manhã da RFM.
A MUSICPORTUGAL vai partilhar todos os momentos deste programa aqui no site!
A 7.ª edição do "Que Jazz É Este?" celebra-se de 24 a 28 de julho no Parque Aquilino Ribeiro em Viseu.
Para esta 7.ª edição, Viseu irá receber nos seus palcos, ruas, varandas e até mesmo hospital, um sem número de artistas nacionais e internacionais com uma diversidade estilística e musical – dentro e fora do jazz – capazes de contaminar as gentes um pouco por toda a cidade.
No cartaz inserem-se alguns dos mais destacados músicos do panorama musical contemporâneo: o multicultural baixista/guitarrista Munir Hoss, o saxofonista e MC Soweto Kinch, o concerto único do Coletivo Gira Sol Azul feat. Roger Biwandu e R!X, a estreia do novo álbum do saxofonista galego Xosé Miguelez com Jean-Michel Pilc., o noise-jazz-rock dos holandeses Cactus Truck, os Centauri pela mão do inconfundível guitarrista André Fernandes, a energia dos Triciclo Vivo feat. Rodolfo Embaló, o pote musical étnico dos Terra Livre e elegância dos Osso Vaidoso e dos Homem ao Mar.
A programação do festival, tal como já mencionado, vai passar pelos cinco palcos espalhados pelo Parque Aquilino Ribeiro mas não só. O festival, irá desenvolver outras iniciativas noutros lugares mais ou menos íntimos de Viseu, um pouco por toda a cidade com Jazz Na Rua, Jazz Nas Varandas e Doutor Jazz. A música vai estar em todo o lado, ao alcance de todos. Destaque também para a aposta na música de jovens da região de Viseu, como por exemplo no Jazz na Rua com os colectivos Suspendis e Osso Ruído e no projecto Oh yes pigs, can fly – encomendado ao guitarrista e compositor Leonardo Outeiro, em estreia.
Desde 2013 que o Festival de Jazz de Viseu tem procurado afirmar-se como um projeto de relevo e prestígio na região centro, destacando-se pelos concertos que organiza, mas também pelas diversas atividades que promove desde formação na área do jazz e música pela rua.
Organizado pela Gira Sol Azul, as mais recentes edições do "Que Jazz É Este?" pautam-se por objetivos bem concretos: divulgar música jazz de qualidade; promover episódios de formação selecionada e perspetiva aberta; incentivar e investir em músicos e grupos da região apoiando a mostra do seu trabalho; envolver ativamente as comunidades mais e menos inusitadas; cimentar a sua dimensão internacional convidando músicos e coletivos de topo além-fronteiras e, acima de tudo, contribuir para a criatividade e troca de conhecimento. Para além de um festival de música, "Que Jazz É Este?" é simultaneamente um grito de apelo à formação, criação e profissionalização musical e uma convocatória à comunidade em geral para se envolver.