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22.11.19

Plutonio - Somos Iguais (Prod. Dj Dadda) [c/ letra]


Tiago Ferreira

[RefrĂŁo]
Sempre que vais embora nunca sobra nada
Passo noites em branco de luz apagada
A pensar em silĂȘncio nas ĂĄguas passadas
Em direçÔes opostas numa mesma estrada
E quando à noite deito na minha almofada
Lembro das consequĂȘncias, das escolhas erradas
Sempre que eu vou embora eu perco-me em noitadas
Com marcas de batom e roupa amarrotada

[PĂłs-RefrĂŁo]
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais

[Verso 1]
Ela sonha em ter um anel antes de ter quarenta
TĂĄ cansada de ser alvo do que ela aparenta
Diz que a vida lhe ensinou a ser tĂŁo ciumenta
Sai Ă  noite para se vingar dos anos noventa
Nem te vou falar dos sĂ­tios que ela frequenta
Cada vez que ela abre a boca ninguém argumenta
Sempre que eu lhe dou conselhos fica violenta
Teve uns quantos pretendentes, mas nenhum aguenta
E tu 'tĂĄs sempre a reclamar sobre a vida, falar sem medida
A tua boca Ă© linda, mas tens a lĂ­ngua comprida
Tens roupa de mulher, mas ages como uma menina
Diz-me com quem tu andas que eu digo como terminas, eh
E se para ti os homens sĂŁo todos iguais
Talvez jĂĄ tenhas experimentado homens a mais
E eu juro toda a vez que nunca mais
Acho que eu tenho queda por bandidas[RefrĂŁo]
Sempre que vais embora nunca sobra nada
Passo noites em branco de luz apagada
A pensar em silĂȘncio nas ĂĄguas passadas
Em direçÔes opostas numa mesma estrada
E quando Ă  noite deito na minha almofada
Lembro das consequĂȘncias, das escolhas erradas
Sempre que eu vou embora eu perco-me em noitadas
Com marcas de batom e roupa amarrotada


[PĂłs-RefrĂŁo]
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais

[Verso 2]
E tu pensas que ainda me enganas a fingir que nĂŁo te importas
E ficas-te a enganar da maneira que te comportas
Mas depois do que aconteceu
SĂł nos resta dizer adeus
E eu sei que tens uns quantos homens a bater na tua porta
Também tenho umas quantas lingeries à minha volta
Dizes que quem falhou fui eu
Mas tu nĂŁo Ă©s melhor do que eu

[Ponte]
E agora Ă© tarde para reclamar
Tarde para querer falar
NĂŁo tenho nada a dizer
Eu tenho mais a fazer
E agora Ă© tarde para reclamar
Tarde para querer falar
NĂŁo sobrou muito a dizer
Tenho outra histĂłria a viver

 


[RefrĂŁo]
Sempre que vais embora nunca sobra nada
Passo noites em branco de luz apagada
A pensar em silĂȘncio nas ĂĄguas passadas
Em direçÔes opostas numa mesma estrada
E quando Ă  noite deito na minha almofada
Lembro das consequĂȘncias, das escolhas erradas
Sempre que eu vou embora eu perco-me em noitadas
Com marcas de batom e roupa amarrotada

[PĂłs-RefrĂŁo]
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais
Sempre que vou embora nem ligo mais
Sempre que vais embora penso onde vais
Sempre que vou embora fico indiferente
Porque no fundo somos iguais

 

 

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